22 de janeiro de 2022
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Dom Guido: “Santo Antônio sempre viveu com gratuidade”

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O bispo dom Guido Zendron, antes de viajar pelo interior da diocese de Paulo Afonso, celebrou a 2º noite do Tríduo a Santo Antônio, na comunidade da Rua Castro Alves.

Dom Guido irá celebrar também em Abaré e Canudos, cujas paróquias têm o santo como padroeiro.

O bispo falou comentou o Evangelho sobre os dons que cada pessoa tem que dado de graça, assim também deve ser ofertado e lembrou a história do santo lisboeta.

Logo mais dom Guido Celebra em Abaré.

“Eu quero trabalhar bem e me doar em meu trabalho, porque através de mim, Jesus renova as coisas. Então o que eu faço não pode ser de qualquer jeito, mas por amor e com amor. Quando Cristo fazia um milagre, dava uma palavra era sempre com um imenso amor; hoje se alguém não nos vigia fazemos de qualquer jeito.”

Dom Guido também comentou o contratestemunho que muitos cristãos dão quando usam o trabalho para prejudicar o próximo: “Às vezes pela inveja ou ciúme dos outros. Jesus Cristo vem e fala “não, de graças recebestes, então de graça você deve dar” e se eu vivo essa gratuidade tenho cêntuplo na terra mais a eternidade.”

Santo Antônio viveu com gratuidade

“Ele sempre aceitou a forma com a qual Jesus o chamou através da igreja. Ele fazia parte da Congregação de Santo Agostinho e nunca pensou em deixar Lisboa; dava aulas e estava muito bem. Mas através de circunstâncias Jesus o chamou, seria missionário em Marrocos, mas um tempestade desviou o navio o levou à Itália, onde encontrou São Francisco e começou a se dedicar à missão que São Francisco lhe confiou. Por isso vamos prestar atenção às circunstâncias porque Jesus Cristo vem por elas. Ele decide a maneira que vai nos chamar, pode ser um encontro, uma doença ou alegria.

A rejeição 

“Santo Antônio muitas vezes foi rejeitado. Foi zombado, mas nunca desistiu ou perdeu a alegria, pois a felicidade dele não estava no que o povo pensava, mas no seu relacionamento com Jesus. Então batizados e enviados significa que estamos em missão onde Jesus nos faz viver. Cure os doentes com  a presença, com a companhia, ressuscite os mortos – não fisicamente- mas tentando tirar as pessoas da solidão, da depressão, e cure os leprosos: não eliminando as pessoas e purificar os relacionamentos e expulsar os demônios dando o primeiro passo no amor e na caridade, servindo como exemplo para que outros se convertam.”

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