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13 de Fevereiro de 2018 - 21:50 - Postado por Ivone Lima

Vem Prá Cá 2018: ‘Quando nos colocamos no centro, Jesus não cabe em nossa vida’

O bispo dom Guido Zendron presidiu nesta tarde, a última celebração do encontro de carnaval Vem Prá Cá 2018, organizado pela Renovação Carismática Católica (RCC), na quadra poliesportiva do colégio CEMPA.

Foram três dias dedicados à oração, reflexão, cantos, confissões e celebrações a fim de proporcionar aos fiéis um momento de mais intimidade com o Espírito Santo e de fraternidade com o  próximo, com esta a RCC realizou a 18ª edição.

Esta foi a 18º do Vem Pra Cá da RCC.

Graça Silva, uma das organizadoras do evento, agradeceu aos parceiros que permitiram mais um ano de retiro: os comerciantes, a ajuda imprescindível dos padres, do poder público através da Secretaria de Educação e da prefeitura municipal, ao bispo dom Guido Zendron que sempre apoiou a realização do evento  e aos fiéis que respondem com a presença em todos esses anos.

 Segue a homilia do bispo Dom Guido, sobre o tema do Vem Prá Cá: “Eis que estou à porta e bato’

“A grande questão é saber como é que Jesus ‘bate’, e a segunda pergunta a nos fazer é porque é tão difícil abrir a Cristo, e tão fácil abrir a outras realidades? Com as leituras de hoje podemos concluir que é através da realidade, Deus não usa forças extraordinárias, Ele vem ao nosso encontro através de circunstâncias, de dificuldades, das dores da vida que são oportunidades para deixar Deus purificar o nosso coração.”

Seminaristas e o frei José na última missa do encontro de carnaval 2018.

 Antes de partir de Deus, nós precisamos partir da nossa experiência, segue dom Guido: “Se não for assim nunca vamos perceber que precisamos de Jesus; pensem no encontro com a Samaritana, com os leprosos, e Zaqueu; qualquer que seja a situação pela qual passamos Jesus chega para dizer que precisa de nós, que bate à porta do nosso coração.”

Evangelho

“Muitas vezes nós podemos ter esse fermento quando achamos que fazemos coisas que as outras pessoas não fazem, quando eu consigo e os outros não; e também há o fermento de Herodes: a força e a violência, então até entre nós quando não há a presença de Jesus o que prevalece somos nós, nós somos o centro. Vejam que Jesus explica os milagres dos pães ao apóstolos e mesmo assim eles não entenderam; quando o centro da vida somos nós não conseguimos mais enxergar a presença de Jesus. Por isso o que deve prevalecer entre nós não é o que conseguimos fazer. Não podemos ser determinados pelo limite ou pela fraqueza, mas pelo olhar terno de Deus, que nos olha sem colocar obstáculos, basta ver o exemplo do leproso que não deixou ser definido pela doença, pela primeira vez o leproso encontrou o amor verdadeiro, porque até seus pais o abandonaram.”

Os fiéis se aproximam para receber água benta.

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