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11 de outubro de 2017 - 23:40 - Postado por Ivone Lima

Encerramento do Ano Mariano. ‘Vamos recuperar a oração em família, sem ela tudo é mais difícil’

Dom Guido refletiu esta noite, na Catedral de Fátima, em comunhão com os demais bispo do Brasil, o ‘Ano Mariano’ findado hoje, um ano depois de iniciado não apenas para pautar as festas em honra de Nossa Senhora, mas como bem lembrou o bispo, ‘com uma preocupação educativa’.

O Ano Mariano celebra os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os cem anos das Aparições de Nossa Senhora de Fátima.

“O que o Ano Mariano ajudou a cada um é bastante individual, mas devemos observar a simplicidade de Nossa Senhora, como dizia Jesus ‘sermos como crianças’ que significa depender, primeiro que a nossa vida não nos pertence, que a história não nos pertence, tudo o que somos, temos e fazemos tem como iniciativa o mesmo Deus.”

Nossa Senhora a mãe da misericórdia, a porta

“Esta imagem encontrada suja, nos diz também como nós somos sujos, e a imagem sozinha não podia se limpar, precisou do auxílio dos pescadores, assim como nós não podemos nos perdoar sozinhos, precisamos do sacramento da conciliação, porque é através dele que Cristo nos perdoa.”

O bispo disse ainda que em relação à sua experiência pessoal durante o Ano Mariano, entendeu com mais intensidade o que significa viver com unidade pessoal e familiar:

“Primeiro dentro de si, Nossa Senhora sem pecado original queria essa unidade, depois Cristo através de sua paixão e ressurreição; então saber em quem eu confio? Qual verdade eu devo seguir? E lutar pela unidade familiar, por isso precisamos voltar a rezar juntos, precisamos redescobrir o amor que tem a palavra de Deus, porque sem a oração tudo se torna mais difícil; bem como a unidade dentro da igreja, valorizando o outro, mesmo quando é diferente do que eu gosto, mas é parte da igreja, e unidade entre nós  é a certeza da presença de Deus.”

O sacrifício

“Quando o sacrifício é feito com Cristo não é mais um peso, uma contradição, se torna um gesto de amor, o sacrifício maior é deixar que Deus tire de nós o nosso orgulho, o nosso projeto para podermos entrar na unidade; então vamos pedir pela interseção de Nossa Senhora cada um de nós saiba reconhecer os frutos que as graças de Deus colocou em nossos corações.”

Pascom

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