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13 de abril de 2017 - 23:03 - Postado por Ivone Lima

Ceia do Senhor- ‘Lavar os pés não é teatro, mas um gesto concreto de vida’, diz Pe. Roni

Pe. Roni celebrou nesta Quinta-feira Santa, na Catedral de Fátima, o início do Tríduo Pascal, com a celebração da Ceia do Senhor. Segundo o pároco, nestes anos de bispo, é a primeira vez que dom Guido não celebra na Catedral, pois está ajudando Pe. Edinaldo que assumiu recentemente a paróquia de São Francisco de Assis.

Nestes dias de muitas celebrações em toda diocese, cumpre registrar o grande número de fiéis que pedem confissões e os párocos têm se ajudado para que ninguém fique sem o sacramento.

Celebração da Ceia do Senhor na Catedral de Nossa Senhora de Fátima.

″Cristo que era mestre e senhor fez esse gesto que serviu de exemplo para nós, seus discípulos, que devemos fazer a mesma coisa: visitar os doentes, ajudar a levantar àqueles que estão caídos, dá ânimo aos oprimidos. Hoje é o dia em que Jesus instituiu a Santa Eucaristia, e também o sacerdócio, pois sem presbítero o pão e o vinho não podem ser transubstanciados″, explicou Pe. Roni sobre a liturgia.

Este ano, jovens de vários movimentos da Igreja foram os escolhidos para terem seus pés lavados e beijados pelo pároco, entre eles, uma moça, salvo engano também pela primeira vez na Catedral.

Jovens dos vários grupos e movimentos da Igreja tiveram os pés lavados e beijados pelo pároco.

Homilia

″A ceia do Senhor, só tem sentido se nos alimentando, do Seu corpo e sangue, se lavarmos os pés dos nossos irmãos, só tem sentido se apreendermos também a repartir, pois sem isto a eucaristia, a comunhão e o corpo de Cristo, seriam sinônimo de gula ou egoísmo: eu como, me alimento e os outros fiquem para lá, mas não é assim […]podemos harmonizar a ceia de Jesus quando Ele reparte o pão e ensina os outros a repartir atendendo a fé do povo com esse gesto simbólico, simples e bonito″.

‘Lavar pés não é teatro, é gesto concreto’, diz Pe. Roni.

Procura por confissões

″Das três da tarde, até quase 19 horas estávamos confessando e ainda temos muitos para confessa após a missa, isto é serviço, isto é união, pedindo perdão, valorizando os sete sacramentos nós vamos aprendendo a ser pessoas solidárias […], confessando hoje o dia inteiro, a última confissão, dentro dos pecados, também escutamos tantas coisas bonitas, porque estes pecados que nos são contados, nós percebemos que tantas pessoas veem com tanta sinceridade que eu ficava pensando ‘meu Deus, o padre tem que se converter… Pois nos chegam aqui as pessoas sérias, a melhor confissão é aquela que naturalmente se faz um exame de consciência e se diz ‘Senhor que quero perdoar e ser perdoado’.

Terminada a celebração na Igreja, acontece o momento de adoração, com Santíssimo, no salão paroquial.

A missa da Ceia do Senhor

″A missa de hoje não é só a eucaristia em si, a eucaristia é cume da nossa fé, nós nos alimentamos e todas as nossas obras devem ser executadas, praticadas com carinho, ternura, paciência e com amor, quando olhei a multidão para confessar, sabia que daria conta, mas não fiquei triste não, ao contrário, fiquei feliz″.

Pe. Roni terminou a santa missa desejando que o alimento recebido, espiritual e material, fortaleça para que tenhamos paciência. ″Que nosso Senhor, aquele que lavou os pés dos discípulos nos ensine a servir, amor e lavar os pés uns dos outros″.

Procissão saindo para o Salão paroquial.

Adoração ainda acontece no salão paroquial até de madrugada, com alternância dos grupos, pastorais e movimentos.

Cristo Eucarístico saíra no Sábado Santo, dia da Vigília Pascal, do salão para a Igreja.

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